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Uruguai entre o querer e o poder

A Selecção do Uruguai joga amanhã o seu futuro neste Campeonato do Mundo.

Às 20:00′ de Portugal continental, joga, do Arena de São Paulo, em São Paulo, com a Selecção de Inglaterra, a possível continuidade, ou não, na prova. É que é mais certo e garantido o afastamento com uma derrota, que a continuidade com uma vitória, porque com vitórias já estão a Selecção da Costa Rica e a Selecção de Itália, que também se irão encontrar, mas no dia seguinte.

E para não facilitar as coisas à margem esquerda do Mar da Prata, a selecção comandada por Óscar Tabárez perdeu o seu capitão de equipa, o defesa Diego Lugano, por lesão, quando também já tinha perdido outro defesa, o benfiquista Maxi Pereira, por expulsão, no jogo anterior com a Costa Rica, e que lhe valeu um jogo de castigo, podendo, no entanto, voltar no jogo com a Itália.

Diego Lugano afirmou, numa conferência de imprensa, que o favoritismo do jogo de amanhã vai todo para Inglaterra, no entanto, frisou, a vitória não sai da cabeça dos jogadores, pois só assim poderão ter a possibilidade de continuar em prova. Mas não esconde as dificuldades, até porque “neste Mundial é tudo muito difícil, todos os detalhes podem fazer a diferença”. E mesmo sendo o Uruguai uma grande equipa, não esquece que os próximos dois jogos, de vitória obrigatória, vão ser contra duas grandes potências Mundiais. Mas ao mesmo tempo, Lugano também disse que esperava um forte apoio por parte dos adeptos brasileiros e que podem ajudar a galvanizar a sua selecção e levá-la a vencer os jogos.

“Este jogo com a Inglaterra é uma final.” considerou o capitão que irá falhar o encontro. Como muitas outras equipas nesta situação, Portugal, por exemplo, cada jogo agora é uma final e não dá para desacelerar sob pena de se ficar para trás.

A selecção uruguaia é muito boa a estragar a festa às outras selecções. Foi assim na final de 1950, quando defrontou uma selecção brasileira que tinha chegado invicta à final e perdia ali, perante os uruguaios, em frente ao seu povo, na forma dos 200.000 adeptos brasileiros presentes no Maracanã e que se preparavam para a festa e que acabaram em lágrimas. E foi assim o ano passado, quando, no seguimento de seis jogos sem vencer, vai a Ciudad Guayana, jogar com a Venezuela que já saboreava o primeiro apuramento para um Campeonato do Mundo, e tudo cai pelo chão porque, mais uma vez, os uruguaios não querem fazer parte da festa, querem ser a festa.

Uruguai

Cavani é uma das armas do Uruguai para a vitória

E é com esse espírito que avançam para o jogo de amanhã, Ou como dizia Cavani, “já passámos por muitas coisas, e sobrevivemos. Repescagens, jogos complicados, situações no limite, e aqui estamos. Esta geração já ganhou quase tudo, e sabe como vencer.”

Amanhã vamos ver.

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