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Van Gaal ressuscita o Scolari velho de guerra

À terceira jornada, Scolari dispensou a versão polida de si mesmo, que anda por aí desde a Taça das Confederações. O Sargentão de guerra está de volta. Verdade seja dita, Van Gaal, deu a primeira estocada. E todos sabem que o selecionador brasileiro não deixa ninguém sem troco.

“O Brasil tem medo da Holanda”

O responsável técnico da Holanda veio a público criticar ferozmente a FIFA pelo calendário de jogos desta ronda final da fase de grupos. Em causa está o facto do Grupo B, que a Laranja integra, jogar antes do Grupo A, do Brasil. É preciso relembrar que os vencedores destes dois blocos se irão cruzar na etapa seguinte da competição. O que, segundo Van Gaal, quer dizer duas coisas. Van Gaal retira daqui duas conclusões. Primeiro, que o Brasil tem o “privilégio” de escolher o adversário que quer defrontar. Segundo, que os Canarinhos têm medo de enfrentar a sua equipa. Se custa negar a primeira, a segunda já é bastante mais discutível. Entre o Chile e a Holanda, venha o diabo e escolha. Não se encontram razões para o Brasil temer mais os europeus do que os seus vizinhos sul-americanos.

Burro ou mal-intencionado

Scolari, que vinha fazendo um esforço tremendo para não ressuscitar o seu lado mais belicoso, não resistiu à provocação do técnico holandês. E a resposta saiu sem espinhas “Tem gente dizendo que vamos escolher adversário. Para quem fala isso, só digo uma coisa: ou as pessoas são burras ou mal-intencionadas. Não vamos escolher adversário, até porque se perdermos estamos fora.” E tem razão, esse suposto cálculo poderia resultar num clássico tiro pela culatra e não parece coisa que o Brasil arriscasse. Também está certo Scolari quando afirma que quem define as datas e horários é a FIFA, não a seleção canarinha. O que, em se tratando de Blatter e companhia, deixa meio mundo de orelha arrebitada, há procura da agenda escondida.

Jogar para ganhar, com Hulk de volta ao onze

Luiz Felipe Scolari falava em entrevista coletiva no Estádio Mané Garrinhcha, em Brasília, onde a seleção brasileira vai jogar com os Camarões e aproveitou para mandar outros recadinhos. Ao velho jeito do “quem não está connosco, está contra nós”, começou por dizer à imprensa brasileira, que não se cansa de elogiar as exibições holandesas, que “parasse de endeusar A, B ou C só porque são contrários a nós. Desvalorizou as críticas de que tem sido alvo o médio Paulinho, uma das pedras basilares na estrutura de Felipão na Canarinha. Afirmou, com todas as letras o que todos os que conhecem o selecionador brasileiro já sabiam muito bem. Vai ser fiel às suas escolhas iniciais e estando todo o plantel disponível, Scolari deverá repor o alinhamento do jogo de estreia frente à Croácia, com Hulk de volta à lateral.

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