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K Navas Costa Rica

Venha o próximo

Já se está a tornar repetitivo. Cada texto que começo sobre a Costa Rica é para louvar mais uma conquista tremenda. Mas esta caminhada extraordinária de Los Ticos nunca aborrece e os louvores são mais do que merecidos. Ontem à noite, pela primeira vez na história do país centro-americano, a Costa Rica ganhou o direito a estar nos quartos-de-final de um Campeonato do Mundo de Futebol. No calor de Recife, os costarriquenhos lutaram e sofreram durante cento e vinte minutos, mais a marcação de penalidades, mas saíram vitoriosos. Exultantes, Pinto e seus “muchachos” não querem ficar por aqui. Que venha a Holanda!

Fazer história

O selecionador Jorge Luis Pinto está a reescrever a História do futebol mundial, inscrevendo para sempre o seu nome nela. Conseguiu superar o melhor resultado de sempre de Los Ticos – os oitavos no Itália 90 – para colocar, pela primeira vez, a Costa Rica nos quartos-de-final de um Mundial. E como se não bastasse, tornou-se também o treinador colombiano mais bem-sucedido de sempre nestas andanças. Até agora a marca pertencia ao conterrâneo Francisco Maturana, que chegou aos últimos dezasseis nesse mesmo Mundial de 1990. Mas Pinto e a seleção costarriquenha não se satisfazem em ficar por aqui. A cada degrau superado, olhar foge para cima, e assim é que deve ser. A próxima missão é a Holanda e de certeza que a terá apenas um objetivo: vencer. No final dos 5-3 em penáltis, El Explosivo estava radiante. “Estamos a fazer história. É muito bonito o que conseguimos fazer. Esta vitória é para todos os costarriquenhos. Praticámos os penáltis, estudamos o adversário e por isso a nossa conversão foi de cem por cento.” Como convém a um jogo do Campeonato do Mundo, a eliminar, não faltou dramatismo. Durante a maior parte do tempo, a Grécia comandou o jogo. Mas Los Ticos jogaram com um a menos durante quase uma hora e tiveram que reagir a uma igualdade conseguida em tempo de descontos. Sofrer um revés desses, com o desgaste acrescido de estar só com dez, podia ter arrasado a equipa. Mas não, aguentaram as investidas gregas e prepararam-se para as penalidades.

Navas, um pai herói

O grande herói da noite foi Keylor Navas. Senão fossem as suas defesas – sobretudo às tentativas de Mitroglou – a Costa Rica não tinha chegado ao prolongamento nem aos penáltis. E na hora do aperto, quando era o guarda-redes costarriquenho isolado frente aos rivais gregos, ele foi impressionante. Claro que os companheiros estiveram à altura. Cada um de Los Ticos que se aproximaram da marca converteu a sua penalidade, com confiança. Mas Navas fez a diferença, ao defender o remate do seu ex-colega do Levante, Theofanis Gekas. Eleito Homem do Jogo, Navas disse que tudo o que faz é para os filhos, para que um dia eles recordem que ele fez algo de extraordinário pelo seu país. “Temos que estar mais do que orgulhosos daquilo que conseguimos.”

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